Um milionário desmaia enquanto testa sua noiva... mas a faxineira revela uma verdade chocante.

Os saltos dela giravam lentamente ao redor dele. Tiffany o estudava como se ele fosse uma mercadoria.

"Meses de preparação", disse ele. "Uma gota aqui. Uma gota ali. No seu smoothie matinal. No seu chá da tarde. Aos poucos, até que seu corpo começasse a falhar. E esta noite, daremos o último impulso."

Seu calcanhar roçou em seu ombro como se ela estivesse tirando fiapos.

Ele continuou. Amanhã, as votações. Depois, o trágico incidente da lua de mel. Uma viúva de coração partido herda o império. Certamente, ela ganha mais do que ser uma noiva fugitiva que se cansou de esperar.

A visão de Silas ficou turva. Seus pensamentos se espalharam como cacos de vidro sob seus pés.

O som de uma porta se abrindo interrompeu o momento de triunfo de Tiffany. Primeiro veio o aroma de produtos de limpeza cítricos e de lavanda, seguido por Janette Reyes, a faxineira da propriedade. Ela cantarolava enquanto empurrava um carrinho e entrava para arrumar tudo antes que a tempestade derrubasse a energia. Ela congelou ao ver Silas no chão.

"Sr. Beaumont!" exclamou ela, correndo para o lado dele. Ela se ajoelhou e pressionou dois dedos em sua garganta. "Seu pulso está fraco. O senhor precisa de ajuda."

Tiffany estalou a língua. "Não toque nisso. Vai sujar seu terno."

Janette ignorou o insulto. Ela estendeu a mão para pegar o celular. Tiffany o arrancou de sua mão e o atirou na lareira. Ele se estilhaçou em uma explosão de faíscas.

"Você fez isso com ela", disse Janette, com a voz trêmula de raiva.

Tiffany riu, sem nem fingir inocência. Ela enfiou a mão no sutiã e tirou um pequeno frasco de cobalto. Com a velocidade de um soco, enfiou-o no bolso do avental de Janette. Em seguida, arranhou o braço com as unhas, deixando marcas vermelhas. Com um grito de angústia, cambaleou para trás e berrou.

"Ele me atacou!" gemeu Tiffany. "Janette o envenenou porque ele ia demiti-la. Chamem a segurança. Agora mesmo."

Dois guardas entraram correndo, seguidos pelo detetive Samuel Weldon, um velho conhecido dos Beaumont. Ele confiava na compostura de Tiffany. Confiava em suas palavras. Encontraram a garrafa no bolso de Janette. Encontraram o telefone quebrado. Encontraram uma mulher rica implorando por misericórdia.

Silas assistiu impotente enquanto Janette era algemada. Ela olhou para ele com desafio. "Eu sei que você pode me ouvir", sussurrou ela. "Não vou parar. Vou descobrir a verdade."

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