Juntos, eles esperaram do lado de fora do Hospital Memorial de Santo Agostinho, onde Silas estava internado na UTI. Sirenes soavam enquanto paramédicos levavam um paciente às pressas para a sala de emergência. Em meio ao caos, Janette atravessou o estacionamento e entrou silenciosamente. Seu coração batia forte, mas seus passos eram firmes.
Ele chegou ao elevador. Chegou à UTI. Chegou à cama de Silas.
As máquinas emitiam bipes suaves. Sua pele era tão pálida que parecia cera. Janette pegou sua mão e sussurrou:
"Estou aqui. Você não está sozinho. Aguente firme."
Suas pálpebras tremeram. O suficiente para que a esperança florescesse.
Ela procurou seus pertences pelo quarto. Lá, debaixo de um cobertor no catre, estava seu celular. Três por cento de bateria. Ela o desbloqueou pressionando o polegar no sensor. A tela acendeu. Um único arquivo de áudio a aguardava, com a data e hora registradas no salão de baile.
Ele apertou o botão de reprodução.
A voz de Tiffany ecoou pelo alto-falante, clara como cristal.
“…meses de preparação… amanhã os votos… uma viúva enlutada herda…”
Um suspiro suave escapou dos lábios de Janette.
A porta se abriu. O Dr. Malcolm Keating, o médico da família, entrou. Seu rosto estava sereno, mas a seringa prateada em sua mão brilhava com determinação.
"É hora de fazer os preparativos", murmurou ele. "Não há um único batimento cardíaco que valha a pena salvar."
Janette tentou impedi-lo. "Você não vai tocá-lo."
A voz do Dr. Keating não se elevou. "Não complique ainda mais as coisas. Já está pago.
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