“O ponto de ônibus da linha 47”, disse ele. “Eu mencionei isso na postagem. O Sr. Collins reconheceu Eli e se ofereceu para devolver o guarda-chuva. Só fiquei sabendo das caixas esta manhã.”
“Você começou, e estranhos terminaram.”
"Sim", disse ele em voz baixa. "E eu deveria ter pensado melhor antes de começar."
Eli se afastou de trás de mim. "Seu bebê está bem?"
Os olhos de Jenelle se encheram de lágrimas. "Sim, querida. Está tudo bem. Acabei de fazer uma ultrassonografia e o médico me disse para observar os movimentos dela com atenção. Eu estava com medo."
Ele assentiu com a cabeça. "Ótimo."
Engoli em seco e olhei para ela novamente. "Gentileza não significa que as pessoas podem entrar em nossas vidas sem bater."
“Eu sei. Seu filho me disse que o guarda-chuva pertencia ao pai dele. Isso me chamou a atenção, Carina.”
“Não, isso não é verdade. Eli ainda dorme com o moletom do Darren quando tem tempestade. Aquele guarda-chuva não era só um acessório.”
Jenelle enxugou a bochecha. "Você tem razão. Me desculpe, Eli. Me desculpe, Carina."
Um adolescente pegou o celular novamente.
Jenelle se virou para ele. "Pare de filmar essa família. Esta é a casa deles, não um set de filmagem."
Dessa vez, todos obedeceram.
Quando a calçada finalmente ficou livre, me virei para Eli. "Vamos levar tudo isso para dentro."
"Podemos abrir algumas coisas primeiro?", ela perguntou.
“Não, Eli.”
“Por favor, mãe. Talvez algumas pessoas só quisessem ser gentis.”
“Eles nos assustaram.”
