Porque fazer isso implicava reconhecer que algo fora do controle científico havia intervido.
Nas redes sociais, quando a história começou a vazar, a reação foi imediata e polarizada.
Alguns falavam de milagres, de fé, de intervenção divina ignorada por uma medicina arrogante.
Outros denunciaram o perigo de romantizar a superstição e desacreditar anos de pesquisa científica.
A controvérsia aumentou quando foi revelado que a menina era filha de uma funcionária da limpeza do hospital.
Uma garota invisível para o sistema, exceto quando cruzava uma linha que não lhe era permitida.
A questão central deixou de ser se houve um milagre e passou a ser por que era tão ofensivo que ele viesse de alguém pobre.
Se o mesmo ato tivesse sido realizado por um padre renomado ou um médico famoso, a reação teria sido diferente.
O caso expôs uma profunda tensão entre fé e ciência, mas também entre classe social e legitimidade.
Porque, no fim das contas, o que incomodava não era a água, mas a mão que a derramou.
A história nos levou a questionar quem tem o direito de ser ouvido quando algo inexplicável acontece.
Somente especialistas, profissionais certificados, aqueles autorizados pelo sistema?
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