Cinco efeitos que ainda estão sendo estudados em idosos vários anos após a vacinação contra a COVID-19.

²1. Um cansaço profundo, diferente de tudo que ela já havia sentido.
Margaret, de 72 anos, sempre foi uma mulher ativa. Levantava-se cedo, cuidava do jardim e gostava de longas caminhadas. Sua energia era parte de sua identidade.

 

Meses após a segunda dose da vacina, ela começou a se sentir diferente. Dormia a mesma quantidade de horas, alimentava-se bem e se mantinha ativa, mas o cansaço não passava. Não era exaustão por esforço físico, mas uma fadiga profunda e persistente, como se seu corpo estivesse funcionando com menos energia do que o normal.

Os exames médicos não mostraram anormalidades evidentes. No entanto, ela sabia que algo estava errado. A parte mais difícil não era apenas o cansaço físico, mas a sensação de ter perdido uma parte de quem ela sempre fora.

2. Dificuldades cognitivas leves e flutuantes.
Heinrich, de 68 anos, sempre foi conhecido por sua memória e clareza mental. Mas, com o tempo, começou a notar pequenos lapsos: palavras que não lhe vinham à mente, trechos que precisavam ser repetidos, momentos de confusão passageira.

Não era constante. Havia dias completamente normais e outros em que eu sentia uma espécie de "névoa mental". Essa irregularidade era o que mais me incomodava, porque não seguia um padrão claro.

O maior medo não era o próprio esquecimento, mas a dúvida:

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